Investigou-se a validade e as propriedades psicométricas de uma escala para mensuração da capacidade de perceber emoções em expressões faciais, músicas, quadros e relatos pessoais (histórias), que se supõem ligada à inteligência emocional. Essa variável foi correlacionada com traços de personalidade (16PF), inteligência (BPR-5), e com o desempenho dos participantes numa tarefa de Psicodiagnóstico. Foram participantes 76 alunos do 5o ano do curso de Psicologia, com idades entre 21 e 50 anos, estagiários na disciplina de Psicodiagnóstico, além de 8 professores supervisores da mesma disciplina. Os protocolos foram pontuados por 3 métodos: concordância com o consenso, concordância com especialistas e concordância com a pessoa-alvo. Discutiu-se alguns problemas metodológicos relacionados a esses critérios de pontuação. Obtiveram-se correlações estatisticamente significativas com o traço de praticidade, com o estilo de resposta administração da imagem, e com raciocínio espacial; somente a subescala faces apresentou correlação estatisticamente significativa com o desempenho no estágio em Psicodiagnóstico.

Artigo original publicado em Revista Psicologia: Reflexão e Crítica



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