A inteligência emocional talvez seja o conceito psicológico mais popular do final do século XX. Rodeada mais de expectativa do que comprovação científica, a inteligência emocional não alcança, ainda, uma definição semântica e tampouco de validade psicométrica para que possamos considerá-la um tipo de inteligência. Com base em estudos recentes, o artigo apresenta uma reflexão crítica sobre a inteligência emocional e os instrumentos disponíveis para medi-la e aponta algumas direções para futuras pesquisas.

Revista Paidéia



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