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Entrevista Prof. Rodrigo Rosal – Provocações Filosóficas levam à Educação das Emoções

8 comentários
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    Anne Karoline

    Essa questão de nos emocionarmos para nos humanizarmos, e assim podermos nos conhecer interiormente, pode der interpretada, assim: segundo Sócrates, o saber pessoal começa dentro de nós, pois ao nos entendermos, nós conseguiremos compreender as diversas concepções que existem ao nosso redor. Confesso que não sei se Sócrates incluia a questão emocional, ou apenas envolvia as conceitos que estão atreladas ao meio em que vivemos. Pergunto isso porque “não há espaço para esquívocos”. E, parabéns, professor! Seus artigos ajudam-me bastante, levam-me à aporia (como neste caso).

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      Rodrigo Rosal

      Bom dia, Anne. Obrigado pelo comentário. Certamente nos registros atribuídos ao personagem Sócrates recolhidos dos diálogos platônicos é possível afirmar que a proposta de educação filosófica contempla as emoções, porquanto trata da formação integral do ser humano.
      Lembremo-nos de que a maiêutica, que engloba a ironia, é o processo de psicagogia que deve conduzir à excelência. Nesse sentido, exige do educador e do educando envolvimento pleno e permanente no cumprimento da meta educativa.
      Bom estudo.

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    Renata Soares

    Excelente Reflexão… “Filosofia não combina com pressa!” Lembrando da frase, torna-te o que és, podemos pensar que o primeiro passo pode ser o autoconhecimento. Será que nos conhecemos o suficiente para saber o que devemos nos tornar? A contribuição grega nos ajuda a , e construir caminhos para obter essas respostas, a exemplo da ironia socrática, que estimula o pensamento e a capacidade argumentativa até a fase citada por Anne no comentário anterior, a Aporia. Parabéns pela entrevista, professor Rodrigo.

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    Rodrigo Rosal

    Obrigado, Renata. De fato, como falei na entrevista, Filosofia não deve ser feita de maneira açodada. Ao modo como encontramos essa prática/atividade nas suas origens (na epopeia homérica, na erística sofística ou na dialética platônica) exige cuidado, dedicação e necessários momentos de aporia. Uma vez mais, agradeço seu comentário. Bom estudo.

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    Nathalia Ladislau

    Boa tarde!
    No momento do vídeo que o Senhor falar em relação ao “professor de filosofia falar sobre os mortos”pode se compreender que o professor independente da sua área,tem como papel de educador provocar,instigar,estimular o aluno a refletir sobre as questões posta em sala de aula,e desta forma contribuindo na construção do seu saber pessoal?

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    Rodrigo Rosal

    Boa tarde, Nathalia. Inicialmente, agradeço o comentário. Na parte da entrevista que você citou, eu estava explicitando que o estudo/ensino da filosofia em geral, e da Filosofia da Educação no nosso caso, não deve se limitar à leitura/citação dos textos filosóficos. As obras filosóficas são pontos de partida para uma reflexão contextualizada que compõe a didática na disciplina ministrada. Todavia, a aula/vivência não se limita a isso. A intenção de educar pressupõe, por parte do educador, o convite ao questionar-se. De outra parte, na perspectiva do educando, requer o aceitar tal convite. Dessa forma, edifica-se o saber pessoal. Bom estudo.

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