Pesquisa e Desenvolvimento

Autorregulação parental, regulação emocional e temperamento: implicações para a intervenção

Este trabalho apresenta uma revisão teórica integrativa dos processos de autorregulação e de regulação emocional parentais e da relação destes conceitos com o coping e o temperamento dos pais. A adaptação parental requer capacidade para regular o comportamento em reação à percepção do comportamento do filho. Estes processos de autorregulação estão frequentemente interligados com emoções intensas que precisam ser reguladas. Os comportamentos parentais não podem ser totalmente compreendidos sem se considerar a desregulação emocional e as estratégias de regulação emocional dos pais. No entanto, poucos trabalhos estudaram os efeitos das estratégias de regulação emocional no comportamento parental. O evitamento experiencial e a superproteção são apresentados como casos extremos de estratégias de regulação emocional parental que podem ter efeitos negativos na educação das crianças. As autoras propõem que, embora os principais modelos de intervenção parental usem uma abordagem de autorregulação, o treino específico em estratégias de regulação emocional adaptativas devem integrar estes programas.

Artigo original publicado em Revista Estudos em Psicologia (Campinas)

Link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-166X2015000200295&script=sci_abstract&tlng=pt

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