Mariana Marques Arantes


Neste artigo perguntamos se a forma atual de pensar e agir no mundo dá conta de todos os aspectos contidos que me definem como Humano. Com a definição de teóricos contemporâneos como Wilber e Ferry defendemos a inclusão da espiritualidade laica na formação do homem por ser capaz de incluir outras dimensões que não seja somente a racionalidade, considerando que a separação entre as múltiplas formas de ver a vida e vivê-la são apenas didáticas, mas não podem ser consideradas para validar, explicar ou justificar quaisquer ações como sempre tratou o racionalismo, privilegiando a mente (razão) em detrimento, por exemplo, da emoção ou do corpo. E por ser o ambiente escolar uma experiência de vida onde os seres humanos influenciam e são influenciados a partir de suas relações, defendemos que é preciso considerar a união do corpo e da mente, as dimensões do todo, a fim de ter um direcionamento seguro e gerador de energia que possa permear continuamente a relação entre educador e aluno. Desta forma, investigamos o interesse da pesquisa acadêmica brasileira no campo da educação sobre educação emocional nos últimos dez anos a fim de contribuir com reflexões que apontem um caminho para melhorar a crise estabelecida nas relações entre os agentes educativos marcada pelo desrespeito e até casos de violência.

publicação original: https://docs.wixstatic.com/ugd/89838f_4bff80e51171477fa59bd0d33a2cf6b1.pdf

 


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