Maria Goretti Rodrigues de S. Oliveira, Dalnes Cristine de F. Godim, Mª Aparecida
Pereira, Nájila Brandão da Silva, Maria de Fátima Leite Gomes


Este artigo resulta de um levantamento empírico sobre a prática do bullying na Escola Municipal Nazinha Barbosa da Franca, localizada no Bairro de Manaíra, em João Pessoa-PB. O mesmo decorre da necessidade de um conhecimento mais aprofundado acerca dessa problemática. Tem como objetivo colaborar com o processo de inclusão escolar, reconduzindo alunos vítimas desse “tratamento”, à sala de aula, partindo do pressuposto que tanto vítimas quanto agressores necessitam de ajuda. A metodologia utilizada se fundamenta no levantamento exploratório, de abordagem quali-quantitativa. Na realização do levantamento empírico foi aplicado um questionário semiaberto a 30 alunos, dos 3º e 4º anos, do Ensino Fundamental I, bem como, aos educadores dos referidos anos escolares, através do qual se evidenciou a necessidade de realizar um trabalho socioeducativo, a fim de buscar-se coibir essa prática, de modo que, todos compreendam os danos que esse fenômeno social proporciona às vítimas.  Desse modo, verifica-se através do levantamento obtido que 83,33% dos alunos sabem o que é bullying; 16,66% não sabem; 73,33% afirmaram ter praticado bullying; 73,33% foram vítimas; 26,66% não cometeram nem foram vítimas. Dos alunos que foram vítimas 56,66% comunicaram o fato a alguém e 16,66% não comunicaram. Quanto aos tipos 75% foram apelidar, 18% bater, 7% xingar. Diante desses dados, espera-se em cooperação com alunos, pais, professores e toda a equipe multidisciplinar, que participam desse processo, que cumpram seu papel para reduzir tamanha violência que prejudica crianças, adolescentes e jovens, nesse universo escolar.

publicação original: http://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/TRABALHO_EV045_MD1_SA14_ID5456_07092015204444.pdf

 


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