Teresa Cristina Gonçalves Pereira da Silveira


A presente tese é um estudo sobre o Desenvolvimento Emocional e a
Qualidade de Vida do professor universitário tipificados como adulto médio e inicio do adulto tardio, compreendendo uma faixa etária dos 40 aos 75 anos. A pesquisa foi realizada com 279 professores da rede privada de ensino universitário do Estado do Rio Grande do Sul, escolhidos aleatoriamente através do banco de dados do SINPRO/RS (Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul), e 10 professores foram convidados, por conveniência a participar de um instrumento autobiográfico. O referencial teórico fundamenta-se em autores do comportamento humano, desenvolvimento humano, profissão docente e autores que estudam a vida adulta. A pesquisa realizada é do tipo quanti-qualitativa, exploratória, descritiva, com levantamento de dados, e narrativas de vida. O objetivo geral da pesquisa é a relevância do desenvolvimento emocional e as suas consequências na qualidade de vida de adultos médios e inicio do adulto tardio, professores universitários. A análise qualitativa dos dados coletados foi realizada através da técnica de análise de conteúdo e resultou em três categorias: Educação Emocional, Motivação Humana e Qualidade de Vida. A análise da pesquisa quantitativa se deu através de estatística descritiva com análise de dados cruzados. O resultado do estudo revelou que o tema estar desenvolvido emocionalmente é de grande importância para os professores universitários. Os docentes consideram que a tarefa de ter qualidade devida é sua, mas não revelam claramente por uma postura da categoria, e assim, precisam da ajuda das instituições que laboram afim de que esse objetivo se concretize mais intensamente. A análise mostrou também, que os professores são uma categoria comprometida, aberta a novos conhecimentos e com interesse em aprendizagem continuada. Salientou também serem profissionais que buscam o autodesenvolvimento e que desejam Qualidade de Vida. Dentre as contribuições propostas pela tese destaca-se o papel das instituições de ensino, as quais deveriam reforçar mais o vínculo com seus colaboradores através de debates, informativos e principalmente com uma formação continuada para seus coordenadores de cursos ou gestores, bem como, uma formação efetiva para o acompanhamento necessário aos seus professores.


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